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  • 22/07/2014
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A Academia

ABL – Academia Bragantina de Letras

 


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Uma Academia é um Espaço de Memória. É um espaço de preservação e de continuidade da tradição e dos valores do passado, tanto quanto um espaço voltado para o presente, que cria, identifica, acolhe e divulga as obras dignas de serem conservadas e lembradas, os aspectos mais significativos da cultura de uma sociedade, que não devem ser relegados ao esquecimento.

A Academia Bragantina de Letras tem por modelo a Academia Brasileira de Letras, fundada por Machado de Assis em 1897, inspirada por sua vez na Academia Francesa de Letras, fundada pelo cardeal Richelieu em 1635, sob o reinado de Luís XIII. Composta de quarenta membros, a Academia Francesa reúne romancistas, poetas, homens de teatro, filósofos, médicos, homens de Estado, homens da Igreja. Criada para dar continuidade ao reino francês, através da consolidação de uma língua única e de um estilo próprio, recebeu de seu protetor Richelieu um selo em que constava a divisa Ad Immortalitatem (Para a Imortalidade). Essa frase significa que, em razão de seu valor e excelência, as obras dos acadêmicos não deveriam perecer, mas existir para sempre, alcançar a eternidade. Essa é a origem do nome de “imortal” concedido ao membro de uma Academia, seja ela de Letras, de Ciência ou de Artes. A imortalidade acadêmica, portanto, é a condição alcançada pelos membros da Academia em função da permanência de suas obras. Ao serem considerados membros perpétuos da casa, é como se os acadêmicos atravessassem o tempo e driblassem a morte.


 

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