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  • 22/07/2014
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Fundação

Fundação da Academia Bragantina de Letras


 

Texto redigido no mês de março de 2005, por ocasião da assinatura de Ata de Fundação da Academia Bragantina de Letras.


 

litera

Quem descobre a magia das letras, o poder de viajar no tempo através de figuras e palavras, usando-as até como remédio para doenças da alma, consegue avaliar a importância e a riqueza que é, para os habitantes de uma cidade em especial Bragança Paulista, que já possui a epígrafe “Cidade Poesia”, poder contar com uma entidade cultural onde as pessoas participantes estão comprometidas unicamente na promoção, incentivo e divulgação da cultura em todos os seus aspectos.

Juntar talento e força de vontade para preservar e disseminar cultura ao povo, este é o objetivo do grupo de acadêmicos que em breve conheceremos.

Nós bragantinos já nos consideramos privilegiados, pois, em Assembléia Geral, realizada no dia 1° de março de 2005, no Clube Literário e Recreativo desta cidade, às 20h00, os acadêmicos assinaram a Ata de Fundação da Academia Bragantina de Letras (ABL), após a leitura, a discussão e a aprovação do Estatuto da entidade e a Eleição da Diretoria da ABL.

No momento foram confirmadas as vinte e cinco cadeiras com seus respectivos patronos, isto é, cidadãos que no seu tempo de história de vida muito trabalharam para engrandecer a cultura e o progresso de nossa cidade. Cada cadeira é representada por um acadêmico, pessoa ligada aos segmentos culturais da cidade.

 
 

A semente


 

A planta necessita de semente e solo fértil para germinar e crescer. Com essa analogia poderemos entender o embrião da Academia Bragantina de Letras (ABL).

A ideia (semente), na verdade a partilha da convicção de um ser humano que, por toda vida, respirou e espalhou cultura não só em nosso chão, foi do professora Gentil José Leme que, numa reunião informal, tendo como pano de fundo a Clínica Santo Antônio de nossa cidade, encontrou “solo fértil” no apoio e entusiasmo de quatro amigos pessoais: João Soares Souza Lima, Raul Siqueira do Amaral, José Galileu de Mattos e Éssio Maiolino.

O passo seguinte foi, em outros encontros, arrebanhar pessoas que comungassem com o mesmo ideal, que era “a necessidade de, em Bragança Paulista, ser criada uma entidade para preservar nossa história e divulgar a “arte para todos”. Fora, definidos o Estatuto, os departamentos e sugeridos os nomes daqueles que mereceriam a honra da homenagem, tendo seu nome atribuído a uma das cadeiras.

Os pioneiros da Academia Bragantina de Letras, os cinco amigos, os quais poderemos definir como “Comissão de Fundadores”, com perseverança, tendo claro o objetivo proposto, após meses de caminhada, tornaram realidade a aspiração de disseminar cultura, história, arte, vida!

 
 


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